No dia 17 de agosto, técnicos da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB) e da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador (SMS) fizeram uma palestra sobre a filariose (doença popularmente conhecida como elefantíase), para os alunos do núcleo Luis Tarquínio .
“Causadora da elefantíase, a filariose linfática coloca em risco um bilhão de pessoas em todo o mundo. Mais de 120 milhões sofrem da doença, sendo que mais de 40 milhões se encontram gravemente incapacitados ou apresentam deformações. Dos infectados, um terço vive na Índia, um terço na África e o restante na Ásia, Pacífico Ocidental e Américas".
Agente responsável
"A filariose é causada por um helminto (verme) longo e delgado, a filaria Wuchereria bancrofti, único agente na África e nas Américas. Os outros agentes patogênicos são a Brugia malayi (na China, Sudeste Asiático, Indonésia, Filipinas e sul da Índia) e a Brugia timori (na ilha de Timor).
Transmissão
"No Brasil, a filariose é transmitida apenas pela picada da fêmea do mosquito Culex quinquefasciatus" - também conhecido como muriçoca.
Fonte:Fiocruz
Além da palestra foi oferecido o teste gratuito da doença. Fique atento aos sintomas e procure o posto médico. Para maiores informações sobre a doença, acessar: http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=106&sid=8
"No Brasil, a filariose é transmitida apenas pela picada da fêmea do mosquito Culex quinquefasciatus" - também conhecido como muriçoca.
Fonte:Fiocruz
Além da palestra foi oferecido o teste gratuito da doença. Fique atento aos sintomas e procure o posto médico. Para maiores informações sobre a doença, acessar: http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=106&sid=8


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